» ENTREVISTA: MERCILESS HATE «

Realizada por: Cezar Augusto

Respondida por:
Paulo

Merciless Hate


C/o
Paulo Vilani
Rua Prof. Candido Lemos, 88 - Gopouva
Guarulhos/SP - 07.091-240

TGZ: Quando explodiu a bomba chamada Merciless Hate e com qual objetivo?

Paulo:
O Merciless Hate surgiu em Novembro de 2001 com o objetivo de fazer um Thrash Metal de qualidade e com letras contra políticas, guerras, religiões, intolerâncias e tudo que fode este mundo.

TGZ: Comentem sobre a estabilização para a formação atual da banda, como preferir explicar.

Paulo:
No início éramos um quarteto, após três anos o guitarrista Giuliano deixou a banda por diferenças musicais e pessoais. Nesta mesma noite (12/11/2004) fizemos uma apresentação no Black Jack e após o show resolvemos continuar, agora como um trio.

TGZ: A demo “Into the Beast” traz este nome, por quê?

Paulo:
Achamos que seria um bom nome para uma demo, além de ser um bom nome para uma demo, além de ser uma grande música.

TGZ: A produção da demo foi independente ou não, visto a observação do nome KDC Records na contra-capa da mesma?

Paulo: Sim, a produção foi totalmente independente e a sigla KDC foi uma brincadeira minha e do Willian Mariot que é o criador da arte da capa, o significado é KaDê Cerveja (risos)

TGZ: Falem sobre as músicas e receptividade nos meios divulgados.

Paulo:
“The Cursed” é mais conhecida e sua letra fala sobre história de terror. Já “Into the Beast” é mais rápida e fala sobre uma pessoa possuída (não completamente) e sedenta por sangue, mas sua parte racional tenta impedi-la de combater crimes. Divulgamos somente em nossos shows e no site.

TGZ: A Merciless Hate chegou a enviar a demo para divulgar pelo exterior também? Por quê?

Paulo:
Chegamos a enviar e demo “Into the Beast” por e-mail para a Alemanha e para um amigo que vive na Inglaterra.

TGZ: A gravação não está boa, o que diria que careceu para uma melhor produção sonora?

Paulo: Estávamos desempregados na época da gravação e isso foi o que deu para ser feito com o orçamento que tínhamos, mas valeu tê-lo gravado, pois as pessoas entenderam.

TGZ: Dos shows pela região paulista, quais aqueles que mais gostaram de tocar? Comente.

Paulo:
Barretos em Julho de 2003, nossos Hell Brothers do Necropedophagia divulgou a “Into the Beast” por lá e no dia da apresentação o pessoal contou junto e agitou pra caralho. Led Slay 16/10/2004 último show como um quarteto, a galera já conhecia as músicas acompanhando as letras e abrindo rodas pela pista. Não vemos a hora de voltar para Barretos, espero voltar em 2006, a galera é foda (Stay Thrash, Stay Metal)

TGZ: Vamos falar de curiosidades, a Merciless Hate tem algum fato curioso (engraçado ou não) para nos contar?

Paulo:
A zona que fizemos durante as viagens, cervejas e piadas. Em Barretos vimos uma mina muito gata que vomitou e pisou no próprio vômito e caiu de cara no mesmo, cara, foi muito engraçado ver a mina toda suja e chorando (risos).

TGZ: Ah! Vocês são fãs do Death, né?! Tiram covers desta lenda do grande Chuck (RIP)! Aproveitem também para explicar o sentimento/consideração por este guerreiro, ok?

Paulo:
Chuck Schuldiner é o verdadeiro Riff Master, suas músicas unem técnica, melodia, agressividade e bom gosto, aprendemos muito com suas músicas. “Rest in Peace, Riff Master Chuck Schuldiner”!

TGZ: Qual a sua visão do under nacional e das ditas “panelinhas” existentes? É uma merda ver gente dentro do under querendo ser “Rock Star”, estando mais para o “Mainstream”, não é? Conhecem casos aí?

Paulo:
O underground nacional é foda, é enorme a quantidade de bandas que há pelo Brasil. Não precisamos de “panelinhas” devemos nos unir para tornar o underground forte no Brasil inteiro e não ter “panelinhas” em uma determinada parte do país. Vamos nos unir e fazer e fazer a “Alliance of Hellloundz”.

TGZ: Bem, o que acharam de se incluírem na “ThunderGod Compilation Vol. II”? (Obrigado pela participação!)

Paulo:
Queremos agradecer por ter nos incluído no ThunderGod Compilation Vol. II. É uma honra para nós paraticiparmos da coletânea. São de pessoas sérias que o underground nacional precisa. Sem preconceito e sem panelinhas. Parabéns e muito obrigado Cezar e Elimar, Hail the Alliance of Hellhoudz!

TGZ: Fico nessa brother, abraços! Qualquer dia eu paro ai no aeroporto de Guarulhos para agitarmos tudo relacionado ao Metal, hehe. Finalize, como desejardes...!!!

Paulo:
Estamos aguardando você por aqui para tomarmos cervejas no Bar do Beto e agitar na Led Slay, Black Jack, BlackMore e Manifesto. Agradecemos o apoio e a confiança dada ao Merciless Hate. Um forte abraço ao ThunderGod e a todas as bandas que nos apóiam e aos amigos, há muitos nomes a serem mencionados... Hail The Alliance of the Hellhoundz” Thrash till our Fucknig Death! Stay Thrash Stay Metal!!!
 
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