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| CORPSE
GRINDER "Hail
To Death Metal Legion" (Kill Again
Recs/2007) |
Saudando
à legião Death Metal, estamos
diante do novo trabalho dos mineiros do Corpse
Grinder, que agora em 2007 completa 20 anos
de existência. Parabéns!!!
"Hail To Death Metal Legion" é
um disco composto por 10 trilhas de explosão
e destruição, com os batalhadores
detonando 10 faixas mega-pesadas e sólidas
na base do estilo tradicional do Death Metal
por vias dos firmes vocais guturais de Júnior
(também guitarra) consolidado totalmente
ao alicerce instrumental exaltado pelas guitarras
fuderosas (bases e riffs criativos, solos
sanguinolentos e "apitadas" mortíferas)
de Hélio, pelas simplistas e poderosas
cordas do baixo de Flávio e pelas demolidoras
desenvolturas da bateria de Romulo. As faixas
se desenvolvem com passagens extremas imbuídas
na velha tradição de soarem
rápidas e cadenciadas ao tempo que
outros andamentos mais arrastados completam
a velha e infalível tônica (fudida!!!),
fazendo com que os ouvidos dos bangers sejam
massacrados para o inevitável "bate
cabeça" que se prosseguirá
através das faixas: "1. I Despise
Human Race" - "2. Sinister Winged
Minstrel" - "3. Necrofragments in
the Ocean of blood" - "4. When Death
Calls" - "5. Lady of the Grave"
- "6. Echoes of Chaos" - "7.
Iminent War" - "8. Only Death is
Inexorable" - "9. Hail to Death
Metal Legion" e a última "Deceivers
of the Faith".
(CA)
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Kill
Again Recs: A/c Rolldão: QNP 30
- Conj. “C”- CS 40 - ST “P”
Sul – Ceilândia - Brasília/DF
-72236 - 003
killagainrec@yahoo.com.br
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| CIRITH
GORGOR
“Cirith Gorgor”
(Ketzer Recs/2007) |
Black
Metal rápido e direto, eis os adjetivos
que se encaixam para a extremidade sonora
da horda Cirith Gorgor, cujo álbum
leva o mesmo nome da banda e, dentre seus
materiais (Demos, Ep, Split e álbuns),
esse é o 4º Full-length e que
foi lançado pelo selo alemão
Ketzer Recs.
As passagens velozes e brutais levam acentos
de melodias gélidas e obscuras criadas
pelas guitarras inflamadas também nos
riffs caóticos, ligando-se ao ódio
transmitido pelo baixo e pela alucinada bateria
(que mais parece uma metralhadora giratória
de guerra), além de as vociferações
rasgadas ao extremo na linha de frente dessa
máquina bélica holandesa de
“Metal Negro”, a qual celebrou
seu rito às faixas: "Total Annihilation",
"The Black Hordes", "Demonic
Incarnation", "Ritual", "Master
Of Dark Sorcery", "Warcry Of The
Southern Lands", "Der Untergang
/ Ïîáåäà!!!".
(CA) |
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| CHAOSFEAR
“One
Step Behind Anger”
(Corrosive Musik/2006) |
Antes
a banda se chamava Sick Mind, todavia
com a descoberta de um grupo homônimo,
eles resolveram mudar para Chaosfear e é
com uma proposta focada no massivo peso do
Thrash Metal, que o trio Fernando Boccomino
(Vocal / Guitar), Anderson De França
(Baixo) & Danilo de Freitas (Bateria)
encerram sua detonação sonora
por intermédio das guitarras com bases
e riffs pesadíssimos em contínua
agressividade ligados a alguns solos corriqueiros,
"baixão" solidificado com
gravidade total e bateria destruidora; além
de vocais bastante nervosos e agressivos para
dar os acentos caóticos para a sonoridade
da banda. as influências variam, mas
percebe-se que são mais direcionadas
em bandas dos anos noventa. Agora as corrosivas
faixas, em respectiva ordem: Hard Time
the Wrong Man, Incongruous Possession, One
Step Behind Anger, Driven by Hate, Denied
Rights, Minds Temptation, Dust Structure,
Detestation Inc. A capa do álbum
foi produzida por W. Perna (Genocídio),
o qual realizou um ótimo trabalho gráfico
para este Debut Cd dos paulistanos. (CA)
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| CAVALAR
“As
a Metal of Fact”
(Independente/2006) |
Uma
grata surpresa, vinda da Inglaterra, a banda
Cavalar, formada por três brasileiros,
Tadeu Dias (guitarras), Marcus Ardanuy (baixo),
Arnaldo Rogano (bateria) e pelo italiano Twitch
(voz), fazendo um puta som, algo como Black
Sabbath da era Ozzy Osbourne, porém
com ainda mais peso, é o que se ouve
em “As a Metal of Fact” o álbum
de estréia da banda. Cara, o som é
algo muito, mas muito foda, nada de cópia
fajuta do som antigo do Sabbath apenas uma
latente influência, porém com
sua identidade, tudo bem Twitch lembra Ozzy
em alguns momentos, mas não existe
forçassão de barra, o cara apenas
tem um timbre de voz parecido com o do Madman,
mas o trabalho dele como da banda é
tão bom que essas semelhanças
em nada ofuscam o trabalho, simplesmente o
torna ainda mais ducaralho. Das treze músicas
presentes no álbum eu destaco “Rush”,
“Deadman”, “God Dammed Rebel”,
“Going for It!” e “V-Red”,
no final ainda tem um cover adivinha de quem?
Vai uma pista a música é “Hole
in the Sky”, fielmente coverizada! Só
para acrescentar, a banda teve uma alteração
na sua formação, o baixista
inglês Dave Rimmer entrou no lugar de
Marcus Ardanuy, pelo menos agora tem um britânico
na formação! Não sei
como uma banda da qualidade do Cavalar ainda
não tem uma gravadora... Resta-nos
curtir o som dos caras, Go for It!!!! (EO)
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| CASUS
BELLI “In
the Name of Rose”
(Limb Music/2006) |
Power
Metal é o tratado assinado pela banda
grega Casus Belli dentro do Heavy, escrevendo
11 faixas que, em cálculo aproximado,
chega-se a quase 42 minutos constituintes
deste álbum. O seu título interessante,
“O nome da Rosa”, fez-me logo
lembrar do filme homônimo. Se for intenção
ou não da banda ter posto esse título
como algo conceitual, não posso afirmar,
mas até parece ao ver as letras contidas
no encarte do Cd.
O quarteto compõe suas músicas
em estruturas trabalhadas de céleres
e cadenciados andamentos com recheio de arranjos
melódicos numa fusão notória
de “punch” e elegância musical,
por assim dizer; despejando qualidade e profissionalismo
com a ênfase de um front-man de primeira
linha que lança vocais limpos e agudos
naturais com precisão nos timbres em
coesão ao virtuosismo das guitarras
e acabamento refinado da cozinha (baixo/bateria).
Panos Arvanitis, Panos Dedes, Fotis Anagnostou
& Frank Huber, estão de parabéns
pela escrita do “In the Name of Rose”
e de seus temas intitulados: “I’m
Your Master”, “Vengeance is my
Law”, “Holy Gates (In the Name
of Rose)”, “Diamond Crown”,
“Edge of a Knife”, “Iniciation
(Promissed Land)”, “Isolation”,
“Naked King”, “Wrongly Right”,
“Eastern Dance”, “Whispering”;
esta última é uma faixa instrumental
composta exclusivamente por dedilhados e solos
de guitarra em harmonia. E para constar, a
produção do álbum se
deu por R.D. Liapaks (Mystic Prophecy, Valley’s
Eve)!!! (CA)
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| CORPUS
CHRISTII
“Deathless
Beauty of the Silence”
(Black Hole Prods/2006) |
The
Torment Continues é o novo opus do
Corpus Christii, é uma viagem através
da deterioração, miséria
e uma discordância claustrofobica e
selvagem dos pensamentos. Digamos que uma
continuação do álbum
anterior “Tormented Belief”, mas
com uma mudança óbvia (é
claro), muito mais variado e sujo com o feeling
de como se tivesse sido gravado no inicio
dos anos 90 (perfeito), um verdadeiro clássico.
O som das guitarras e dos instrumentos em
geral, está realmente soando de uma
maneira blasfemadora e doentia numa profana
sinfonia.
O álbum foi gravado em agosto de 2004,
a capa desenvolvida por Necromorbus mesmo.
Achei muito boa a idéia e arte da capa
por mais simples que pareça, acredito
que seja como deve ser mesmo o Black Metal
dessa forma mais luciferina e como doutrina
de satanás!!! REGIE SATANAE!!!
O álbum foi gravado em agosto 2004,
capa desenvolvida pelo próprio Necromorbus,
liberado após a supervisão do
Band-lead Horrendus.
A gravação ficou boa e de acordo
com a proposta da banda com bons trabalhos
de vocal, entre outros arranjos onde bateria,
baixo e guitarra regem a atmosfera da deterioração.
"The Torment Continues” é
o segundo álbum de uma trilogia, sobre
a terceira parte nada será revelada
ainda.
Não esperado a ser uma volta ao auge
da cena Black Metal, mas de ser mais uma contribuição
a o que se encontra de verdadeiro na cena
Satanic Black Metal. Sinta-se destruído
para começar a destruir... Por ELE.
(Por Zulbert Buery)
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CLAWN
“Deathless
Beauty of the Silence”
(Black Hole Prods/2006) |
Chegando
aos seus oito anos de existência e tendo
em seu currículo dois materiais demonstrativos,
dois Ep’s e algumas participações
em coletâneas undergrounds, a paulista
Clawn agora em 2006 concretiza o lançamento
de seu Debut Cd oficial via Black Hole Productions,
com contrato assinado, inclusive, para dois
álbuns.
Conheço o trabalho da Clawn, desde
o seu princípio e é perceptível
o quanto a banda foi ficando cada vez com
sonoridade mais extrema, e o “Deathless
Beauty of the Silence” é mais
uma prova dessa consideração.
O artefato é composto por 12 faixas
carregadas de passagens brutais e destruidoras,
as quais na linha do extreme Death Metal são
transpassadas através da fúria
da tríade, Rodolfo (Bass and Vocals),
Fábio (Guitar and Vocals) e Melissa
(Drums); um power-trio mortífero que
agrega o espírito de mestres do estilo
e alinha guitarras com ênfase nos riffs
caóticos, vocais guturais e rasgados,
baixo simplório com gravidade sonora
total para o detono complementar e completo
da bateria. Numa síntese, é
indubitável que a Clawn tá botando
pra fuder dentro de sua proposta e merece
a atenção dos insanos mais volvidos
para o “Metal do Morte”; os quais
devem entrar em contato com o BHP para adquirir
este trabalho. Ah, e para locupletar a resenha,
segue-se os nomes das respectivas faixas:
“Sexual Religious Dementia”, “My
World Against Your Lies”, “Endless
Suffering”, “Karmic Existence”,
“Suffocated”, “The Essence
of Chaos”, “Slavery Mental State”,
“Human Remains”, “Messages
of a Failed Messiah”, “Convict
to Live in Pain”, “Bitter Taste
of Disillusionment”, “Last Clear
Sight”. (CA)
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