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| HATRED
“Blasphemous
Deliverance” (Deity
Down Recs/2008) |
Death Metal holandês,
este é o Hatred que descarregou toda
sua fúria neste primeiro 'Full-length'
(álbum completo) da banda.
Koen Dingemans (vocals), Peter de Jonge (bass,
backing vocals), Peter van der Schraaf (guitar)
e Rob de Waardt (drums) são os quatro
insanos que detonam passagens tanto tradicionais
quanto brutais do Death Metal com vociferações
guturais potentes, guitarras com riffs criativos
e uma explosão entre o baixo e a bateria
que massacram os tímpanos a todo instante.
Ei, você se ligue nos riffs e andamentos
das "Reflected In Dead Eyes" e "Blasphemous
Deliverance" para notar o quanto eles
exploram as inspirações mortais
do estilo. Além destas, registram-se:
"Christian Dogma", "Religion
= War", "The Atheist", "Involution",
"Beholder Of Hate", "Transition
[instrumental]", "Enslaved By A
Living Deity" e "Blessed By Possession".
O que mais surpreende é a segurança
e entrosamento desses maníacos deathbangers,
que nas letras descarregam sua ira sobre o
lado obscuro da humanidade, ou seja, na religião
cristã. Fãs de bandas como Monstrosity,
Gorefest e Vader, o álbum “Blasphemous
Deliverance” não pode faltar
em sua coleção. (CA)
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| HELLISH
WAR “Heroes
of Tomorrow” (Independente/2008) |
A
banda campinense de Heavy Metal Tradicional
Hellish War lançou o excelente álbum
“Defender of Metal” em 2001 e
depois permaneceu em silêncio por longos
sete anos, para então soltar mais um
puta álbum “Heroes of Tomorrow”
mantendo sua pegada tradicional na linha Running
Wild/Grave Digger, como se tivesse gravado
esse novo álbum na mesma época
do primeiro, até o tema lírico
é o mesmo, abordando temas épicos,
batalhas medievais e enaltecendo o Heavy Metal,
pelo nome das faixas dar para perceber a idéias
lírica do Hellish War: “Straight
from Hell”, “Die for Glory”,
“Metal Forever”, “Son of
the King”, “Reasons”, “My
Freedom”, “Destroyer”, “Awaken”,
“Beyond” e “Heroes of Tomorrow”,
parece clichê e até é
clichê mais quer saber? É muito
de fuder!!! Nunca é demais mostrar
o quanto nos orgulharmos do Heavy Metal!!
Bem, voltando a falar do álbum, merecem
destaque também os músicos que
mandam bem em seus instrumentos e provam que,
em se tratando de Heavy Metal Tradicional,
virtuosismo em excesso quase sempre prejudica
o resultado final de uma composição,
o vocalista para mim está entre os
três melhores do Brasil no estilo, melhor
que muitos que estão em bandas com
maior destaque, sabe dosar agudos e é
agressivo quando se faz necessário,
ou seja, sabe usar sua voz o que é
muito importante. Agora vamos torcer para
o Hellish War ter seu merecido reconhecimento,
pois “Heroes of Tomorrow” é
o melhor lançamento de Heavy Metal
Tradicional tupiniquim nos últimos
anos, sem dúvida alguma!!! (EO) |
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| HIRAX
“Assassins
of War/The New Age of Terror” (Kill
Again Recs/2007) |
Grande
sacada do selo candango Kill Again Records
em nos presentear com dois excelentes materiais
da lendária banda norte-americana Hirax,
o último Full-Length “The New
Age of Terror” e o penúltimo
EP“Assassins of War” juntos num
único álbum.
Na verdade no Cd a ordem está inversa,
as primeiras cinco músicas pertencem
ao EP“Assassins of War” e traz
o Hirax mantendo seu estilo Thrash Metal com
muita influência de Heavy Metal Tradicional
em excelentes composições, e
da sexta à décima-sexta faixa
é a vez do álbum “The
New Age of Terror” dilacerar nossos
ouvidos com seus riffs e bases também
com a pegada característica do Thrash
Metal com muita influência Heavy Metal
Tradicilnal, ambos os materiais foram resenhados
em nosso site em outra ocasião, confiram
tais reviews acessando as páginas seguintes
a esta. Mas não posso deixar de citar
a excelente produção gráfica
na mesma concepção que faziam
antigamente, trazendo encarte duplo, com as
duas capas e os dois encartes, outra excelente
idéia.
Então agora ninguém terá
a desculpa de não ter esses fudidos
materiais, pois estão a nossa disposição
de forma simples e com um valor compatível
com nossa realidade, sendo que esse não
é o único motivo para adquirí-los,
claro!!! (EO) |
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Kill
Again Recs: A/c Rolldão: QNP 30
- Conj. “C”- CS 40 - ST “P”
Sul – Ceilândia - Brasília/DF
-72236 - 003
killagainrec@yahoo.com.br
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| HELLKOMMANDER
“Death
To My Enemies” (Dark
Sun Recs/2007) |
Com
pegadas explícitas na veia “Old
School”, a HellKommander, nascida em
2005, começou a sua trilha, lançando
um Promo-Single com 2 sons em 2006, e em 2007
teve decretado o lançamento deste álbum
completo, todo em tons rubros, que expressa:
“Morte aos meus inimigos”.
O grupo é formando por figuras conhecidas
do underground do Rio de Janeiro, os quais
tocam em outras bandas de lá, são
eles: PoisonHell (Vocais e Guitarras), Leatherface
(Baixo) & Adrameleck (Bateria). Formando
esse Power-Trio, eles detonam bombas atômicas
sonoras a cada passagem das composições
possessas por arranjos simples e diretos,
intercalando passagens entre cadencias sujas,
andamentos arrastados e puxadas velozes e
clichês típicas em inspirações
na velha escola dos anos 80 de um Raw Death
Metal acorrentado a grilhões do Speed
e tradicional Heavy Metal de sólidas
influências enegrecidas em temáticas
de guerra, morte, ocultismo e necromancia
[inclusive a faixa de número 6 chamada
“Morbid Possession” (instrumental)
é carregada numa atmosfera com ventanias
soturnas e de suspense à narrativas
deformadas e monstruosas]. As demais faixas,
então vociferadas, são invocadas
pelos nomes: "Gift Of Death", "Dog
From Hell", "The Cursed", "Armageddon,
I Want It Now", "Nuclear Graves",
"Black Rites" & "Execute
The Weak". Um disco para os cultuadores
do Metal 80’s.
(CA) |
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| HIPNOID
“Chaos”
(Independente/2007) |
Este
Cd é o segundo da Hipnoid, cuja meta
é incentivar a música própria
e passar sentimentos no seu trabalho, é
nesse enfoque e com letras embasadas em problemas
sociais, que eles se direcionam por intermédio
de um som pesado, cadenciado e trabalhado,
transpassado com inspirações
do Heavy Metal com boas dosagens de Thrash,
todavia a Hipnoid não fica só
nisso, haja vista a banda possuir influências
latentes do Rock'n Roll e afins, de tal forma
a conceber andamentos versáteis e com
"feeling" no que Carlos Buchm Ann
(Na guitarra e nos vocais), Tiago Costa (na
outra guitarra), Danilo Melo (no baixo) &
John Ancelloni (na bateria) transmitem seus
recados com coesão na estrutura das
composições. Ah, e a linha rouca
de cantar nos faz lembrar o vocal de James
Hetfield do Metallica.
O álbum "Chaos", além
de suas 12 músicas, traz também
uma faixa multimídia com dois videoclipes
e foi editado com a revista "O Mundo
Hipnoid" com quadrinhos (inclusive, uma
estória de horror bem psicótica),
contos e letras dos sons. (CA) |
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HARGONATH
“Hargonath”
(Goat Music Recs/2007) |
Black
Metal rápido e extremo, este é
o propósito executado pelos ritos dos
- Lord Adramelech, Nekrodäemónium,
Demogorgon, Butcher - que formam o Hargonath,
fazendo-se vir à tona um ódio
impetuoso com vocais rasgadíssimos
e dilaceradores, rifferamas sujos e velozes
das guitarras tão
caóticas quanto o violento trabalho
da cozinha - baixo & bateria - que também
dá um "show no mercy" em
suas construções cruas e maléficas,
sendo tudo transpassado com fúria de
extremidades sonoras afiadas como lâminas
e satânicas vociferações
em pouco mais de 29 minutos para os apreciadores
do Metal Negro Extreme Fast, os quais
seguirão as trilhas da horda: "Black
Revenge", "Evil Supremacy",
"Thirsty For Christian Blood", "Darkness
Imperium", "The New Age Arrived"
e a homônima à banda, isto é,
"Hargonath". Ainda podendo conferir
o fudido cover ao vivo para "Secrets
Of The Black Arts" do Dark Funeral, cujo
som fecha este álbum totalmente moldado
em tonalidades P&B. (CA) |
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| HEADHUNTER
DC “God´s
Spreading Cancer...”
(Dying Music/2007) |
Após
sete anos do lançamento do seu último
full-length “And the Turns to Black...”
(2000) a lenda viva do Death Metal Headhunter
DC nos presenteia com mais um fudido petardo
reverenciado com maestria o Death Metal, estou
falando do seu mais novo assalto DeathMetálico
“God´s Spreading Cancer”
possuidor de dez composições
mais uma intro, com excelente produção,
gravação está excelente,
a Dying Music botou pra fuder na produção
gráfica. Abrindo o material “Dysangelium”
(intro) onde o vocalista Sergio Baloff, inspirado
nas obras de Nietzche, faz uma narrativa demonstrando
sua insatisfação a toda essa
farsa religiosa que a muitos anos escraviza
seres humanos e no fim já emenda com
a fudidassa “God is Dead” uma
composição que consegue unir
técnica, precisão, brutalidade
e feeling sendo de cara mais um clássico
de banda, em seguida “Stillborn Messiah”
que mantém a agressividade do disco,
a terceira composição é
uma celebração caos em todos
os sentidos falando e não poderia ter
outro título se não o que tem
“Celebrate the Chaos” que em seu
refrão vocifera o seguinte: Celebrate
the Chaos to find harmony; Preach the Chaos
or die painfully! O quarto som “Contemplation
(to the fire)” foi composta em 1996,
foi lançada num promo na época
e agora foi re-gravada para fazer parte do
set-list deste álbum, ainda bem pois
trata-se também de uma fudida composição
porém conhecidas por poucos, agora
será conhecida por muitos bangers!
Bem chegamos a metade do álbum e o
nível do mesmo impressiona pela qualidade
de execução e composição
e os caras mantém a pegada fudida com
“Abortion of Souls” outro fudido
petardo, na seqüência “Black
Miracle” que não deixa por menos,
a oitava faixa dá nome ao álbum,
“God´s Spreading Cancer”,
conduzida de forma cadenciada com uma letra
bastante reflexiva, a próxima faixa
é uma fudida homenagem a pioneira banda
de Metal Extremo na Bahia o Thrash Massacre,
o qual o vocalista Sergio Baloff fez parte,
e o som escolhido foi “AngelKiller”
um puta Thrash Metal sendo muito bem coverizada
o que tenho certeza vai fazer com que muitos
MetalHeads das antigas relembrem do passado
glorioso do Metal, a penúltima faixa
“Inner Demons Rise!” como o próprio
Baloff menciona, nos faz libertar nossos demônios
internos, e por fim um verdadeiro hino em
devoção ao Death Metal, um som
que já é um clássico
não só do Headhunter DC mas
do Death Metal, estou falando do som que finaliza
esse clássico petardo intitulado “Long
live the Death Cult” que é, sempre
foi e tenho certeza que sempre será
a bandeira empunhada pelo Headhunter DC, que
é manter acesa a chama do Death Metal
por toda eternidade, perpetuando o legado
que um dia foi iniciado pelo eterno Possessed
e mais tarde pela lenda Death, então
MetalHeads o recado já está
dado, não esperem nem um minuto para
ter em sua coleção esse excelente
material, feito por MetalHeads para MetalHeads!!!!!
(EO) |
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| HIRAX
“Assassins
of War”
(EBM Recs/2007) |
EP
da banda americana Hirax que apresenta excelente
produção gráfica e sonora
com 5 balas (bullets) intituladas: “Lucifer’s
Infierno”, “Summon the Death Dealers”,
“City of the Dead”, “Invasion”
& “Assasins of War”. Os guerreiros
são: Katon W. De Pena (vocals), Glenn
Rogers (Lead guitars), Lance Harrison (Lead
Guitars), Steve Harrison (Bass) e Fabricio
Ravelli (Drums); este é brasileiro,
para quem não sabia. Eles se juntam
para detonar seu Thrash Metal de respeito
com passagens trabalhadas, agressivas e dosagens
tradicionais marcantes nas pegadas da banda,
cuspindo fogo em composições
guiadas por vociferações habituais
fazendo a velha linha de frente para o instrumental
das guitarras de riffs trincados, bases cavalgadas
e solos encaixados/inspirados, baixo consistente
e bateria destruidora; tudo tocado com segurança
e “feeling” que contagia para
você bater sua cabeça (bang your
head), além de fixar os refrões
marcantes das músicas. As faixas não
possuem aqueles espaços de tempo entre
o término de uma e começo da
outra, sendo acorrentadas por um tempo de
quase 22 minutos de pancadarias sonoras, as
quais também não cabe destacar
essa ou aquela em seus próprios atributos
poderosos. Simplesmente, trata-se de um disco
indispensável para os headbangers !!!
(CA) |
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| HORNCROWED
“Satanic
Armageddon” (Ketzer
Records/2006) |
Segundo
play da horda Black Metal colombiana Horncrowned.
Aliando o peso e velocidade do riffs caóticos
do Black Metal na linha Enthroned/Dark Funeral
os caras mandam bem em todas as onze composições,
com segurança e precisão na
execução dos instrumentos com
um puta arranjo de vocal variando gutural/rasgado
resultando em composições fortes
e que ao ouvir é difícil não
bangear. Mas a temática lírica
militarista é exposta de forma muito
exacerbada, não que eu seja contrário
a esse tipo de postura, mas quando se olha
a capa, as letras, a postura dos membros,
tudo com esse direcionamento é inevitável
soar apelativo. Mas volto a dizer, o som tocado
pelos caras é muito foda, a produção
então está no nível de
qualquer horda européia. Outro fator
positivo é que as composições
não são extensas, pois sendo
rápidas/agressivas se fossem longas
acabariam soando repetitivas. O set-list de
“Satanic Armageddon” é
o seguinte: “Christophobic Campaign
Of Annihilation”, “Breed Of Nuclear
Devastation”, “Hatred Anthem”,
“Black Seeds Of Holocaust”, “Dominions
Of The Cursed”, “Demonic Mark
Inside”, “Satanic Armageddon”,
“Rebirth Into The Armageddon”,
“T.B.M.M. Offensive”, “Crowned
Is Hell” e “Triumph Of The Beast”.
(EO) |
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