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| BAALBERITH
“Escala Triunfante” (Independente/2007) |
Segundo
material da horda Black Metal maranhense Baalberith.
Neste play a horda mantém a proposta
musical do seu antecessor, porém o
som está mais lapidado com melodias
mórbidas extraídas de guitarra
acústica. A qualidade da gravação
também teve uma ligeira melhora, não
que no primeiro material a gravação
tenha sido ruim, mas em “Escalada Triunfante”
os instrumentos tiveram uma melhor timbragem,
o único detalhe que precisa ser melhorado
é bateria, mais precisamente os bumbos,
o baterista executa bem seu instrumento só
falta coordenar melhor os bumbos nas partes
mais rápidas e de dois bumbos, mas
nada que comprometa o trabalho apenas um detalhe
que em breve tenho certeza será corrigido.
A demo é composta por cinco sons: “Abadom”,
“A Desgraça dos Traidores”,
“Ritual Obscuro”, “A Escalada
Triunfante” e por fim um cover para
“Dethroned Emperor” (Celtic Frost).(EO)
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BURNING THE CROSS “Tape
Compilation #01"
(Burning the Cross/2007) |
"Queimando
a Cruz” e desmascarando a farsa cristã,
eis o propósito da Burning the Cross
ao idealizar essa tape-compilation reunindo
dez fudidas bandas do Metal Underground brasileiro.
Para iniciar o play, a banda paraense de Death/Grind,
Baixo Calão com sua
cacetada “Paz Armada”, em seguida
os thrashers também paraenses do Disgrace
and Terror mandar bem com “Shadows
of Violence”, a terceira banda é
a mato-grossense Antrochaotic
que toca um puta Death Metal Tradicional e
que participou com o som “Index Liborium
Proibitorum”, na seqüência
uma banda de Heavy Metal Tradicional, os paulistas
do Nosferatu que participaram
com “Full Moon Night” no melhor
estilo NWOBHM e finalizando a primeira parte
da tape (Lado A), a horda carioca de Raw Black
Metal Ready to Fuck, “prontos
para fuder” tudo com “The Obscure
Side of Sexism”.
Iniciando o lado B, os mineiros do Stomachal
Corrosion espalhando sangue com seu
Splatter Death Metal com o som “Methods
of Hate”, em seguida a nervosa banda
catarinense Methodic (Thrash
Metal) apresentando-se com a composição
“Violated”, na seqüência
os Death Metallers paranaenses do Mesemon
Ecrof destruindo tudo com “Eternal
Evil Celebration”, a quarta banda é
bem conhecida do cenário, estou falando
do Dominus Praelii (Paraná)
que há tempos está excursionando
Brasil afora e até por outros países
da América do Sul divulgando seus fudidos
álbuns reverenciando com honra o Heavy
Metal Tradicional, e neste material participando
com a composição “Battle
of Stamford Bridge” e concluindo, surge
das sombras entre orgias, a horda goiana Luxúria
de Lillith com seu pervertido Black
Metal apresentando o som que os intitula (“Luxúria
de Lillith”) fechando de forma primorosa
o material.
Nós, bangers, temos a obrigação
de apoiar essas iniciativas que enaltecem
a cena Metal Brasileira!!! (EO)
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| BAALBERITH
“Porco Destronado” (Independente/2005) |
Eis
o primeiro material lançado pela horda
maranhense Baalberith formada em 2003.
A proposta sonora dos caras baseia-se no Raw
Black Metal sem firulas, apenas o desejo profano
de agredir a mentirosa doutrina cristã
entoando seus ritos em seu próprio
idioma... O material é composto por
quatro caóticos sons: “Imortalizado
Seja o Vosso Nome”, “Porco Destronado”,
“A espera da Batalha” e “Lord
da Batalha” (*N.E.: Não entendi
por que o título desta faixa não
é “Senhor da Destruição”).
A gravação é razoável,
mas dar para compreender todos os instrumentos
muito bem, a produção gráfica
é simples, mas traz informações
básicas sobre a horda, falta apenas
ás letras, mas como são em português
dar para sacar ouvindo-as... Em resumo e pelo
que se propõe a fazer e tocar o Baalberith
nos apresenta um bom material de estréia.
(EO) |
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| BRAVE
“The
Brave n' the Bold"
(Independente/2007) |
Quando
recebi este material, pensei que fosse da
banda paulista de Power Metal, Brave; mas
ao abrir o envelope logo vi que é de
outra Brave, no caso de Minas Gerais, a qual
executa um Hard'n Heavy Metal !!!
O grupo formado por - Hiran Garibaldi: Vocals
/ Regis Vital: Guitars / Rodrigo PX: Guitars
/ Wilson Zaidan: Bass / Ricardo Linassi: Drums
- agrega virtuosismo e peso de Metal tradicional
distribuído pelo instrumental trabalhado
com bateria criativa em sua desenvoltura aliada
ao baixo e ganchos marcantes das guitarras,
vocais limpos e agudos coesos às estruturas
musicais. Os caras tocam muito e não
deixam as músicas enjoadas, como muitas
que não sabem dosar suas melodias,
logo eles mostram saber compôr conforme
suas bravas inspirações refletidas
em bandas da década de 80 até
dos dias atuais... As faixas "Kingdom
Come", "Hunters" e "Be"
são as mais pesadas e cadenciadas,
enquanto a canção "Paganini's
Caprice 16" é uma intervenção
erudita do violão inspirado a dedilhar
esse clássico de Paganini, servindo
como um capricho bem "climatizado"
para a faixa seguinte, "The Brave and
the Bold"; uma balada harmônica
e metálica carregada de passagens com
feeling, faixa que, inclusive, dá nome
ao material demonstrativo.
(CA) |
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| BUZTUM
“Askum","Buztum",
"Cobrum", "Dolorum"(Rainha
Di Verdi Recs/2006) |
Uma
viagem atmosférica e plenamente obscura,
é o que o ouvinte fará ao escutar
a ambiência transmitida instrumentalmente
pela banda Buztum, a qual transborda através
de teclados com efeitos teletransportadores
seus místicos arranjos tranquilizantes
e misantrópicos ambientes.
Este material Demo compõe-se das tapes
intituladas "Askum" (3 faixas),"Buztum"
(2 faixas), "Cobrum" (2 faixas),
"Dolorum"(2 faixas); e é
recomendável somente mesmo para quem
se identifica com esses ares ambientes de
atmosferas melancolicas abismais. (CA)
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| BREAKDOWN
“Promo
2006"
(Independente) |
Antes
de mais nada, veja a criativa idéia
da ilustração da capinha, mostrando
a evolução do homem, desde macaco
até a sua própria explosão
atômica...Bem, o Track List deste material
Promo é formado pela Versão
Pre "Time to Kill" album (com as
três primeiras faixas: "And the
Attack Doesn't Stop", "Mutant Personality",
"Misantropic World"), pela Versão
Demo (com "Time to Kill", "From
Other Side", "Nuclewarchild Victms")
e ainda com versão ao Vivo para a música
"Traitor").
A banda evoluiu bastante com relação
à Demo "Disgrace" de 2005
e está mordendo com mais raiva as suas
passagens, de modo a conceber um Thrash Metal
com riffs metalhando bullets (balas) em composições
mais seguras, não só nesse setor
agressor das guitarras, mas também
da cozinha tal como as garfadas do baixo e
as esfaqueadas da bateria, que temperam também
os sons para o acompanhamento dos urros vocais,
que chegam a lembrar os do Chuck Schuldiner
(Death - R.I.P.).
A qualidade das faixas do Pré album
estão bem superior às demais
músicas gravadas, que estão
sonoramente mais abafadas, mas não
menos fudidas... A formação
do Breakdown que registrou esse material foi
a seguinte: Leo (Guitarra + Vocal), Danilo
(Baixo + Backing Vocals) e Leandro (Bateria).
Termino a resenha com o título de uma
música deles, isto é, "And
The Attack Doesn't Stop" (E o ataque
não pára) !!! (CA)
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| BANDANOS
/ SPIT BLOOD
“Split-Demo"
(2006 - Bucho Discos) |
Reunindo
duas bandas do cenário Paulista (esta
que, a meu ver, concentra mais bandas deste
estilo), temos aqui uma verdadeira amostra
do poderio das bandas brasileiras em meio
aos grandes nomes do Grind/Thrash/Core mundial.
Para dar inicio ao trampo, o Bandanos
dá logo de “cara” um tapa
na orelha com seu ThrashCore transcorrido
em sete sons cantados na língua portuguesa
e uma sonoridade intacta, mostrando-se uma
banda de êxito responsável sem
nenhuma vergonha de explorar ao máximo
a agressividade expelida pelos seus instrumentos
para acertar em cheio os maníacos,
que vão saber apreciar o trabalho crossover
fudidaço que eles executam na veia
antiga.
Spit Blood entoa
os primeiros acordes de seu GrindCore no melhor
jeitão despojado possível e
que também canta na língua nacional.
Com a mesma quantidade de sons que a de seu
acompanhante neste Split; sete no total e
os caras não dão refresco a
nós ouvintes e embalam uma notória
e rítmica sonorização
com direito ao aperitivo da velocidade proporcional
a deixar os Grindfreaks em ponto de combustão
e o bate estaca “come solto” mediante
a qualidade de um conjunto que visa transpor
barreiras, mesmo sendo propenso a rejeição
dos mais conservadores. (Por
Orleon Destroyer) |
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