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RESENHAS DEMO'S (LETRA B) - Página de 2 =>>
BAALBERITH “Escala Triunfante” (Independente/2007)

Segundo material da horda Black Metal maranhense Baalberith. Neste play a horda mantém a proposta musical do seu antecessor, porém o som está mais lapidado com melodias mórbidas extraídas de guitarra acústica. A qualidade da gravação também teve uma ligeira melhora, não que no primeiro material a gravação tenha sido ruim, mas em “Escalada Triunfante” os instrumentos tiveram uma melhor timbragem, o único detalhe que precisa ser melhorado é bateria, mais precisamente os bumbos, o baterista executa bem seu instrumento só falta coordenar melhor os bumbos nas partes mais rápidas e de dois bumbos, mas nada que comprometa o trabalho apenas um detalhe que em breve tenho certeza será corrigido. A demo é composta por cinco sons: “Abadom”, “A Desgraça dos Traidores”, “Ritual Obscuro”, “A Escalada Triunfante” e por fim um cover para “Dethroned Emperor” (Celtic Frost).(EO)
 
A/c Bruno - R. 700 - Q. 07 - C. 18 – Jd das Margaridas - São Luis/MA - 65052-050 - baalberithhorda@yahoo.com.br
 
BURNING THE CROSS “Tape Compilation #01" (Burning the Cross/2007)

"Queimando a Cruz” e desmascarando a farsa cristã, eis o propósito da Burning the Cross ao idealizar essa tape-compilation reunindo dez fudidas bandas do Metal Underground brasileiro.
Para iniciar o play, a banda paraense de Death/Grind, Baixo Calão com sua cacetada “Paz Armada”, em seguida os thrashers também paraenses do Disgrace and Terror mandar bem com “Shadows of Violence”, a terceira banda é a mato-grossense Antrochaotic que toca um puta Death Metal Tradicional e que participou com o som “Index Liborium Proibitorum”, na seqüência uma banda de Heavy Metal Tradicional, os paulistas do Nosferatu que participaram com “Full Moon Night” no melhor estilo NWOBHM e finalizando a primeira parte da tape (Lado A), a horda carioca de Raw Black Metal Ready to Fuck, “prontos para fuder” tudo com “The Obscure Side of Sexism”.
Iniciando o lado B, os mineiros do Stomachal Corrosion espalhando sangue com seu Splatter Death Metal com o som “Methods of Hate”, em seguida a nervosa banda catarinense Methodic (Thrash Metal) apresentando-se com a composição “Violated”, na seqüência os Death Metallers paranaenses do Mesemon Ecrof destruindo tudo com “Eternal Evil Celebration”, a quarta banda é bem conhecida do cenário, estou falando do Dominus Praelii (Paraná) que há tempos está excursionando Brasil afora e até por outros países da América do Sul divulgando seus fudidos álbuns reverenciando com honra o Heavy Metal Tradicional, e neste material participando com a composição “Battle of Stamford Bridge” e concluindo, surge das sombras entre orgias, a horda goiana Luxúria de Lillith com seu pervertido Black Metal apresentando o som que os intitula (“Luxúria de Lillith”) fechando de forma primorosa o material.
Nós, bangers, temos a obrigação de apoiar essas iniciativas que enaltecem a cena Metal Brasileira!!! (EO)
 
A/c Samir - Conj. Cohab, Gleba 3, Trav. 1, Casa 121, Castanheira, Belém/PA, 66623-270 crushthecross666@yahoo.com.br
 
BAALBERITH “Porco Destronado” (Independente/2005)

Eis o primeiro material lançado pela horda maranhense Baalberith formada em 2003.
A proposta sonora dos caras baseia-se no Raw Black Metal sem firulas, apenas o desejo profano de agredir a mentirosa doutrina cristã entoando seus ritos em seu próprio idioma... O material é composto por quatro caóticos sons: “Imortalizado Seja o Vosso Nome”, “Porco Destronado”, “A espera da Batalha” e “Lord da Batalha” (*N.E.: Não entendi por que o título desta faixa não é “Senhor da Destruição”). A gravação é razoável, mas dar para compreender todos os instrumentos muito bem, a produção gráfica é simples, mas traz informações básicas sobre a horda, falta apenas ás letras, mas como são em português dar para sacar ouvindo-as... Em resumo e pelo que se propõe a fazer e tocar o Baalberith nos apresenta um bom material de estréia. (EO)
 
A/c Bruno - R. 700 - Q. 07 - C. 18 – Jd das Margaridas - São Luis/MA - 65052-050 - baalberithhorda@yahoo.com.br
 
BRAVE “The Brave n' the Bold" (Independente/2007)

Quando recebi este material, pensei que fosse da banda paulista de Power Metal, Brave; mas ao abrir o envelope logo vi que é de outra Brave, no caso de Minas Gerais, a qual executa um Hard'n Heavy Metal !!!
O grupo formado por - Hiran Garibaldi: Vocals / Regis Vital: Guitars / Rodrigo PX: Guitars / Wilson Zaidan: Bass / Ricardo Linassi: Drums - agrega virtuosismo e peso de Metal tradicional distribuído pelo instrumental trabalhado com bateria criativa em sua desenvoltura aliada ao baixo e ganchos marcantes das guitarras, vocais limpos e agudos coesos às estruturas musicais. Os caras tocam muito e não deixam as músicas enjoadas, como muitas que não sabem dosar suas melodias, logo eles mostram saber compôr conforme suas bravas inspirações refletidas em bandas da década de 80 até dos dias atuais... As faixas "Kingdom Come", "Hunters" e "Be" são as mais pesadas e cadenciadas, enquanto a canção "Paganini's Caprice 16" é uma intervenção erudita do violão inspirado a dedilhar esse clássico de Paganini, servindo como um capricho bem "climatizado" para a faixa seguinte, "The Brave and the Bold"; uma balada harmônica e metálica carregada de passagens com feeling, faixa que, inclusive, dá nome ao material demonstrativo. (CA)
 
 
BUZTUM “Askum","Buztum", "Cobrum", "Dolorum"(Rainha Di Verdi Recs/2006)

Uma viagem atmosférica e plenamente obscura, é o que o ouvinte fará ao escutar a ambiência transmitida instrumentalmente pela banda Buztum, a qual transborda através de teclados com efeitos teletransportadores seus místicos arranjos tranquilizantes e misantrópicos ambientes.
Este material Demo compõe-se das tapes intituladas "Askum" (3 faixas),"Buztum" (2 faixas), "Cobrum" (2 faixas), "Dolorum"(2 faixas); e é recomendável somente mesmo para quem se identifica com esses ares ambientes de atmosferas melancolicas abismais. (CA)
 
Rainha Di Verdi Recs - A/c Jefferson S. Caixa Postal 340 - Cep: 01.059-970 - SP/SP Kultblack@terra.com.br
 
BREAKDOWN “Promo 2006" (Independente)

Antes de mais nada, veja a criativa idéia da ilustração da capinha, mostrando a evolução do homem, desde macaco até a sua própria explosão atômica...Bem, o Track List deste material Promo é formado pela Versão Pre "Time to Kill" album (com as três primeiras faixas: "And the Attack Doesn't Stop", "Mutant Personality", "Misantropic World"), pela Versão Demo (com "Time to Kill", "From Other Side", "Nuclewarchild Victms") e ainda com versão ao Vivo para a música "Traitor").
A banda evoluiu bastante com relação à Demo "Disgrace" de 2005 e está mordendo com mais raiva as suas passagens, de modo a conceber um Thrash Metal com riffs metalhando bullets (balas) em composições mais seguras, não só nesse setor agressor das guitarras, mas também da cozinha tal como as garfadas do baixo e as esfaqueadas da bateria, que temperam também os sons para o acompanhamento dos urros vocais, que chegam a lembrar os do Chuck Schuldiner (Death - R.I.P.).
A qualidade das faixas do Pré album estão bem superior às demais músicas gravadas, que estão sonoramente mais abafadas, mas não menos fudidas... A formação do Breakdown que registrou esse material foi a seguinte: Leo (Guitarra + Vocal), Danilo (Baixo + Backing Vocals) e Leandro (Bateria). Termino a resenha com o título de uma música deles, isto é, "And The Attack Doesn't Stop" (E o ataque não pára) !!! (CA)
 
A/c Leo - R. Barra de Santa Rosa, 369 - SP/SP - Cep: 03.817-010 - http://www.breakdown.com.br
 
BANDANOS / SPIT BLOOD “Split-Demo" (2006 - Bucho Discos)

Reunindo duas bandas do cenário Paulista (esta que, a meu ver, concentra mais bandas deste estilo), temos aqui uma verdadeira amostra do poderio das bandas brasileiras em meio aos grandes nomes do Grind/Thrash/Core mundial.
Para dar inicio ao trampo, o Bandanos dá logo de “cara” um tapa na orelha com seu ThrashCore transcorrido em sete sons cantados na língua portuguesa e uma sonoridade intacta, mostrando-se uma banda de êxito responsável sem nenhuma vergonha de explorar ao máximo a agressividade expelida pelos seus instrumentos para acertar em cheio os maníacos, que vão saber apreciar o trabalho crossover fudidaço que eles executam na veia antiga.
Spit Blood entoa os primeiros acordes de seu GrindCore no melhor jeitão despojado possível e que também canta na língua nacional. Com a mesma quantidade de sons que a de seu acompanhante neste Split; sete no total e os caras não dão refresco a nós ouvintes e embalam uma notória e rítmica sonorização com direito ao aperitivo da velocidade proporcional a deixar os Grindfreaks em ponto de combustão e o bate estaca “come solto” mediante a qualidade de um conjunto que visa transpor barreiras, mesmo sendo propenso a rejeição dos mais conservadores.
(Por Orleon Destroyer)
 
Bucho Discos: Caixa Postal 12 – Santo André – SP – 09.015-970 buchodiscos@hotmail.com
 
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