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RESENHAS
DEMO'S (LETRA W) -
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| WOLFSHADE
“The Curse of Ishtar” (2007) |
Traduzindo-se
o título deste material demonstrativo,
temos "A Maldição de
Ishtar". Ishtar dentre seu rico leque
de conhecimento, é relacionada como
sendo a deusa babilônica da fertilidade,
portanto, vê-se que essa banda capixaba
aborda a mitologia pagã em seus conceitos
líricos e a capinha é ilustrada
com uma imagem da deusa.
A Wolfshade passeia por um Dark Metal nutrido
em passagens imbuídas de peso e melodia,
transmitindo uma musicalidade extrema e,
ao mesmo tempo, acentuada por linhas melódicas
das guitarras e inferências dos teclados,
concebendo a atmosfera soturna de sua maldição
sonora plantada por Ishtar em 4 sementes
profanas regadas e vociferadas avidamente
pelo Wolfshade, são elas: "The
Curse of Ishtar", "The Sea's Night
Storm", "Ages of Chaos" &
"Prelude of the Autumn Night".
A Wolfshade trabalha sob a égide
de inspirativas chamas pagãs de bandas
européias, absorvendo-as e repassando
com ares próprios, sendo difícil
compará-la diretamente com essa ou
aquela dentro de seus ecos lamuriosos, tais
como os notados na última faixa,
em que se reproduz os vocais rasgados intercalados
com vocais habituais cantados, como um diálogo
místico, sendo algo que pode ser
mais explorado pela banda no próximo
trabalho.
Inclusive, o grupo atualmente está
em processo de composição
de seu primeiro Debut, onde a temática
abordará de forma mística
e obscura as culturas pré-colombianas
e nativas brasileiras. Para tal, a banda
procura gravadora para lançamento
de seu material. (CA)
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| WARRIORS
OF METAL "Way
of Darkness" (2007) |
“Guerreiros
do Metal” traduz o nome deste grupo
catarinense, cujos membros com raça,
garra e conhecimento fuzilam um Black Metal
com passagens, tanto ríspidas e velozes,
como cadenciadas e cortantes, trabalhando-as
com ganchos acorrentadores nos arranjos
e mantendo a equalização suja,
tal como a velha escola de suas inspirações
do obscuro estilo. Os riffs típicos
foram encaixados certeiramente dentro da
extremidade sonora rasgada e vociferada
para as profanas composições:
"Devastate", "Strengthened
By The Shadow", "Aprisionados
Pelo Fanatismo" e "Way Of Darkness".
A produção ficou ótima
e a montagem da capa também...
Esta
é a trilha do “Caminho da Escuridão”,
título traduzido deste Cd-Demonstrativo.
(CA)
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| WARPATH
“The Killing Time”
(Ceremonial Prods/2007) |
Banda
formada em Belém/PA em meados de 1999
sob o nome de Mercy Killin. Em 2004 mudam
o nome para WARPATH direcionando seu estilo
totalmente para Thrash Metal “old school”.
Tenho em mãos a demo “The Killing
Time” que chega destruindo nossas cabeças
com 4 sons: “Lost Bullet” uma
introdução onde a banda começa
a mostrar todo seu poderio de attack!!! em
seguida temos “Torture Until The Soul”
onde o vocal de Marcio se encaixa perfeito,
sendo grande destaque desse trabalho. O terceiro
som se chama “ Signatures Of death”
e fechamos essa demo com a destruidora “The
Killing Time” onde leva o titulo desse
excelente trabalho. Outro ponto positivo aqui,
é o excelente material gráfico,
onde mostra um profissionalismo grande...
com todas as letras e fotos da banda, um encarte
totalmente anos 80, com varias fotos da banda
e de amigos. Em 2007 a banda se prepara para
gravar a próxima demo, e sua formação
hoje conta com: Márcio baixo e vocal,Danilo
guitarra,Vinicius guitarra e William bateria.
Entre em contato, recomendável para
apreciadores do bom e velho Thrash metal Old
School!! (Por Elton
Lima) |
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| WARRIORS
OF METAL “Raízes
Profanas” (2005) |
Pelo
nome costumamos ficar com a impressão
de se tratar de uma banda de Metal tradicional
na linhagem Power a que é comum chamar-se
True Metal pela imprensa, algo normal, mas
essa codificação que o cérebro
traduz como informação, na verdade
deve ser estendida, porque não importa
a linha da essência Heavy Metal que
a banda faça para considerá-la
como True Metal, e sim a dignidade, sentimento
e sinceridade da banda para com o estilo a
que se dedica verdadeiramente. Pois então,
podemos dizer que a Warriors of Metal é
também uma banda de True Metal, pois
demonstra tocar honestamente a sua linhagem
focada em um Black Metal tosco, cadenciado
com andamentos instrumentais simplórios
com marcações de riffs tradicionais
interessantes aliados às vociferações
rasgadas e profanas da ríspida/suja
sonoridade congregada aos sentimentos latentes
da temática lírica envolta no
ocultismo. Constituída pelos guerreiros:
Cyrrossis (Vocal), Master Blaster (Guitarra),
Raven (Baixo) e Evilzeh (Bateria), a horda
gravou quatro faixas: “A morte é
eterna amiga”, “Criaturas da noite”,
“Marcha fúnebre”, “Warriors
of Metal”, concebendo sua essência
negra para esta Debut-Demo: “Raízes
Profanas”. (CA)
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WARPRIDE
“Warpride”
(2005) |
Quando
recebi o material da Warpride e olhei a foto
dos integrantes com indumentárias épicas
e segurando espadas, machadinha, escudo, veio
à minha cabeça de imediato a
banda Rhapsosy, e não foi ingenuidade
de minha parte, porque realmente esses paulistanos
se desenvolvem na mesma linha sonora(Power
Metal melódico) e contextual(abordando
temas épicos) dos italianos.
Os cinco guerreiros - Robert Fish(vocal),
Yuri Fulone(Teclado), William Ramos(Guitarra),
Erick Akune(Baixo) & Bruno Pires(Bateria)
- contam estórias de batalhas sangrentas
e viagens por terras encantadas através
de passagens vigorosas e equilibradas entre
peso e melodia com os teclados criando as
atmosferas épicas como estimulante
para as bases de guitarras cavalgadas e firmes,
baixo solidificado e firme interligado às
pegadas fortes e agressivas da bateria, e
na linha de frente os vocais limpos e por
vezes com ares agressivos de Robert Fich,
que sabe trabalhar muito bem seu timbre de
voz, sendo um front-man que, como se diz o
ditado, caiu como uma luva na proposta de
um grupo técnico, entrosado e seguro
dentro de todo o seu contexto, no qual os
coros e refrões das músicas
são marcantes nas 4 faixas: "Marching
to the War", "Mighty Lord",
"The Spell" & "Victory".
Parabéns Warpride, indubitavelmente,
recomendável mais para os fãs
de Rhapsody, os quais terão uma bela
surpresa ao conhecer o seu dedicado trabalho.
Aliás, trabalho tal que teve a produção
de Pedro Steves (Liar Simphony) numa orientação
que atingiu o alvo, pois ficou com excelente
qualidade. (CA)
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RESENHAS
DEMO'S (LETRA W) -
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